Dizer obrigado quando necessário.
Dizer não sempre que preciso.
"Não posso" quando não puder.
" Vou me organizar" para realizar algo.
"Não pensei ainda sobre isso" quando não tiver pensado.
"Não sei outro modo de fazer, talvez eu precise aprender", às vezes.
"Não sei outro modo de fazer e talvez eu não queira aprender", às vezes.
"Como não poderei fazer da forma mais correta, farei da melhor maneira que me for possível", na maioria das vezes.
"Não gostei do que você fez", sempre que for alguém que se queira minimamente bem.
"Vou tentar aprender algo com isso", ao invés de " fiz errado outra vez".
" Você me magoou", quando se sentir magoado.
Abandonar o barco? Só quando esgotados todos os recursos, todas as perguntas, todas as respostas.
A maior parte dos desentendimentos são gerados por falhas de comunicação, outras por falta de cuidado mesmo...que muitas vezes podem ser evitadas com frases muito simples.
Nenhum rompimento é súbito e nenhuma verdade é absoluta.
domingo, 27 de julho de 2008
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Idades
Sou pré-quarentona. Tenho 35 anos, mas acho que aparento uns 33 no máximo. Mesmo assim, 7 anos passam rápido.
Exame no passado era sinônimo de prova. Hoje faz parte de uma certa rotina. Na próxima semana faço minha terceira ressonância magnética, da coluna lombo-sacra. A primeira foi do tornozelo direito, a segunda do crânio (devido à cefaléia- normal).
De repente a gente se dá conta de que já está na terceira ressonância! Nossa! Que estranho! E estou fazendo acompanhamento na fisiatria para avaliar dores articulares. Resumindo: Não quero chegar aos 50 cheia de artrose, sem conseguir fazer um exercício físico decente (adoro ioga e quero voltar). Então preciso me cuidar e não agir na ignorância de que "comigo não vai acontecer" Por que, como assim, sou constituída diferentemente de alguém? Claro que não. Nem eu nem ninguém. Porém é bastante comum ouvirmos ou termos acesso a esses argumentos velados ( às vezes nem tanto).
Acho curiosa a nossa época...as pessoas, sobretudo as mulheres, não gostam de dizer a idade, é tempo de hedonismo, e no último texto postado eu falava sobre o tempo da chatice. Sim, porque o tempo do hedonismo cultuado também é a época mais chata desde o final do século dezenove. Conquistamos um monte de coisas e parece ter chegado o momento de perdê-las...sei lá...Não é pessimista o que digo, tampouco realista, porque a realidade depende muitas vezes de estar apaixonado ou não, no antigo segundo grau, ou de ter acabado de se formar na faculdade.
O legal de escrever num blog é você poder basicamente escrever qualquer coisa. Mas eu gostaria mesmo de ler algo que não ponderasse tanto os pontos de vista, os três lados da questão, não se obrigasse a ter meio e fim.
Por exemplo, este texto ficará apenas com o início, sobre os exames e a idade. O final não é necessário por agora. Só iria finalizar por vir a fim. E o fim hoje não é comigo.
Exame no passado era sinônimo de prova. Hoje faz parte de uma certa rotina. Na próxima semana faço minha terceira ressonância magnética, da coluna lombo-sacra. A primeira foi do tornozelo direito, a segunda do crânio (devido à cefaléia- normal).
De repente a gente se dá conta de que já está na terceira ressonância! Nossa! Que estranho! E estou fazendo acompanhamento na fisiatria para avaliar dores articulares. Resumindo: Não quero chegar aos 50 cheia de artrose, sem conseguir fazer um exercício físico decente (adoro ioga e quero voltar). Então preciso me cuidar e não agir na ignorância de que "comigo não vai acontecer" Por que, como assim, sou constituída diferentemente de alguém? Claro que não. Nem eu nem ninguém. Porém é bastante comum ouvirmos ou termos acesso a esses argumentos velados ( às vezes nem tanto).
Acho curiosa a nossa época...as pessoas, sobretudo as mulheres, não gostam de dizer a idade, é tempo de hedonismo, e no último texto postado eu falava sobre o tempo da chatice. Sim, porque o tempo do hedonismo cultuado também é a época mais chata desde o final do século dezenove. Conquistamos um monte de coisas e parece ter chegado o momento de perdê-las...sei lá...Não é pessimista o que digo, tampouco realista, porque a realidade depende muitas vezes de estar apaixonado ou não, no antigo segundo grau, ou de ter acabado de se formar na faculdade.
O legal de escrever num blog é você poder basicamente escrever qualquer coisa. Mas eu gostaria mesmo de ler algo que não ponderasse tanto os pontos de vista, os três lados da questão, não se obrigasse a ter meio e fim.
Por exemplo, este texto ficará apenas com o início, sobre os exames e a idade. O final não é necessário por agora. Só iria finalizar por vir a fim. E o fim hoje não é comigo.
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Carolina Dieckman
Por falar em fofoca, eu vou falar mal da Carolina Dieckman, atriz global de 30 anos.
Essa atriz fala tanta bosta, mas tanta... Ela nunca bebeu nem fumou. Nunca ficou à noite na rua, nunca usou drogas, só transou com dois caras, não faz nada que a faça perder a lucidez, bá, bá bá... Algum problema com tanta caretice? Só um: Ela falar.
O mundo hoje anda chato. Lei seca (na verdade é correto, mas é chato), fiscalização eletrônica, manuais de alimentos saudáveis, de cuidados ao sol, de um milhão de doenças a evitar, e de gente que não perde a oportunidade de falar babaquices que em nada acrescentam, só a quem diz, porque assim é chamado para fazer comercial de sabonete e xampu. Essas atrizes globais não perdem a oportunidade de aparecer na capa da revista 3 meses após dar à luz, com a barriga sequinha, após lipoaspirar a pança, o quadril, as costas, os braços, a bunda, e dizer que foi tudo à base de dieta e malhação, porque sempre foram muito disciplinadas...Esquecem também de mencionar o coquetel de anfetaminas que fazem uso.
São ridículas, ridículas...
Essa atriz fala tanta bosta, mas tanta... Ela nunca bebeu nem fumou. Nunca ficou à noite na rua, nunca usou drogas, só transou com dois caras, não faz nada que a faça perder a lucidez, bá, bá bá... Algum problema com tanta caretice? Só um: Ela falar.
O mundo hoje anda chato. Lei seca (na verdade é correto, mas é chato), fiscalização eletrônica, manuais de alimentos saudáveis, de cuidados ao sol, de um milhão de doenças a evitar, e de gente que não perde a oportunidade de falar babaquices que em nada acrescentam, só a quem diz, porque assim é chamado para fazer comercial de sabonete e xampu. Essas atrizes globais não perdem a oportunidade de aparecer na capa da revista 3 meses após dar à luz, com a barriga sequinha, após lipoaspirar a pança, o quadril, as costas, os braços, a bunda, e dizer que foi tudo à base de dieta e malhação, porque sempre foram muito disciplinadas...Esquecem também de mencionar o coquetel de anfetaminas que fazem uso.
São ridículas, ridículas...
Ronaldinho
Eu acho uma perversidade a perseguição em cima do Ronaldo Fonêmeno. Talvez eu tenha errado a grafia porque ele virou fonema mesmo. Brasileiro não perdoa homem que curte um carinho gay, que é claro, jamais houve, segundo testemunhas, inclusive oculares.
Mas penso no craque que nos fez tão felizes...Quando mesmo?
Sinceramente, por que essa perseguição? É legal tirar sarro dos outros e o povo anda carente de coisas engraçadas? Por que tanta implicância com a pança do cara? Inveja? Desde a Cicarelli nunca mais Ronaldo teve sorte...
Eu sou favorável à campanha de um mundo menos fofoqueiro, que se importe menos com a vida pessoal do povo muito famoso.
Particularmente acho realmente desproposital essa insistência com a vida pessoal de um jogador que já trouxe tantas alegrias...
As pessoas não podem ser simplesmente descartadas quando não funcionam tão bem quanto antes.
E assim tem girado a roda da mídia, que parece nunca ter estudado de verdade para fazer tanta meleca. Devem ter se formado na Universidade da Fofoca.
Mas penso no craque que nos fez tão felizes...Quando mesmo?
Sinceramente, por que essa perseguição? É legal tirar sarro dos outros e o povo anda carente de coisas engraçadas? Por que tanta implicância com a pança do cara? Inveja? Desde a Cicarelli nunca mais Ronaldo teve sorte...
Eu sou favorável à campanha de um mundo menos fofoqueiro, que se importe menos com a vida pessoal do povo muito famoso.
Particularmente acho realmente desproposital essa insistência com a vida pessoal de um jogador que já trouxe tantas alegrias...
As pessoas não podem ser simplesmente descartadas quando não funcionam tão bem quanto antes.
E assim tem girado a roda da mídia, que parece nunca ter estudado de verdade para fazer tanta meleca. Devem ter se formado na Universidade da Fofoca.
Perder é preciso
Relações...
À primeira vista algumas colocações vindas de alguém com envolvimento afetivo razoável, em geral mais íntimo que uma amizade casual, porém não necessariamente de parceria sexual amorosa, podem parecer inoportunos, vorazes, interesseiros. Por exemplo, uma exigência demasiada. Apesar de subjetivo, porque falo realmente desse plano, talvez seja compreensível o que busco escrever sem exemplificar.
Nesses momentos, uma dose extra de boa vontade ou até mesmo de amor será condição para a permanência da relação (talvez boa vontade seja amor).
Há pessoas que precisam que o outro ceda para assegurarem-se. Será nessa hora que o outro precisará compreender que ceder não é perder, e que o olhar de boa vontade (ou amor) para com o outro advém de sua própria segurança em não viver aquela relação em que não ter aquilo que se deseja significa perder.
Adiar um desejo pode significar a possibilidade de realização do desejo.
É possível que a diferença entre vivenciar uma relação duradoura e vivenciar uma menos duradoura seja essa. Segurança e auto-estima suficientes para suportar as frustrações complexas. Frustração essa onde um precisa ceder porque o outro necessita dessa compreensão para a continuidade da relação, sem dívidas afetivas, plainadas na construção de uma vida de prazeres e desprazeres, realizações e adiamentos. "Perdas" e ganhos.
Toda perda deveria vir entre aspas.
À primeira vista algumas colocações vindas de alguém com envolvimento afetivo razoável, em geral mais íntimo que uma amizade casual, porém não necessariamente de parceria sexual amorosa, podem parecer inoportunos, vorazes, interesseiros. Por exemplo, uma exigência demasiada. Apesar de subjetivo, porque falo realmente desse plano, talvez seja compreensível o que busco escrever sem exemplificar.
Nesses momentos, uma dose extra de boa vontade ou até mesmo de amor será condição para a permanência da relação (talvez boa vontade seja amor).
Há pessoas que precisam que o outro ceda para assegurarem-se. Será nessa hora que o outro precisará compreender que ceder não é perder, e que o olhar de boa vontade (ou amor) para com o outro advém de sua própria segurança em não viver aquela relação em que não ter aquilo que se deseja significa perder.
Adiar um desejo pode significar a possibilidade de realização do desejo.
É possível que a diferença entre vivenciar uma relação duradoura e vivenciar uma menos duradoura seja essa. Segurança e auto-estima suficientes para suportar as frustrações complexas. Frustração essa onde um precisa ceder porque o outro necessita dessa compreensão para a continuidade da relação, sem dívidas afetivas, plainadas na construção de uma vida de prazeres e desprazeres, realizações e adiamentos. "Perdas" e ganhos.
Toda perda deveria vir entre aspas.
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