Incrível como as coisas andam práticas.
Em matéria de vestuário, as mulheres são privilegiadas. Algumas roupas já vem com peito.
Isso me faz refletir o que está em voga. A não-necessidade de se ser exatamente como somos para parecermos que somos alguma coisa. Quando adentramos os rumos femininos e percebemos a virada que foi a maior mudança comportamental da história do mundo, sentimentos como perplexidade vem à tona. A perplexidade talvez seja ainda não saber, e apenas sentir algo como estranho.
A maior mudança a qual me refiro é a reversão do paradigma " o homem busca conquistar a mulher". Hoje é a mulher quem assume essa função, não é mesmo? É claro que ambos se conquistam, mas digamos que a mulher tem assumido uma função ativa caracteristicamente masculina até bem pouco tempo atrás.
Para acirrar a concorrência, tratamentos estéticos, cosméticos, academias, revistas femininas mil dando inúmeras dicas de "como conquistar seu homem". Produtos esses que desconhecem crise financeira.
Se formos falar da parte anatômica feminina que mais atraiu e atrai o sexo oposto, os seios; e o seu papel de relevância nesse cenário de caças e caçados, iremos lembrar imediatemente do silicone e seu papel fundamental de tornar as mulheres ainda mais sedutoras, e também mais parecidas.
Como o que atualmente o que tem realmente importado aos fatos não são as diferenças, e sim a padronização não apenas dos corpos (mulheres devem ser magras), dos peitos (devem ter volume e duros), dos cabelos ( de preferência lisos), quadris (estreitos)... mas também do comportamento... algumas roupas fabricadas já vem com peitos.
Ficam todos iguais, bem bonitinhos.
Ah, eu não mencionei a bunda. Fica para um outro dia e o texto continua.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Sim, senhora.
Dias de dezembro com o Rio de Janeiro dando nó no trânsito. Ali perto da Lagoa Rodrigo de Freitas parece ser o lugar escolhido para tudo ficar um pouco pior. Dias quentes porém possíveis ( há 2 semanas o calor era do El Niño, quarenta graus no básico, 31 graus às 7 da manhã). Ok. Lindo o verão.
Lá no final de novembro tive um problema de saúde já resolvido e não posso dirigir por enquanto. Livrei-me do pedal na embreagem mas não do trânsito. Agora ando de táxi para cima, para baixo, para os lados. (Acho que em poucas cidades no mundo é tão difícil pegar um táxi em dezembro quanto o Rio de Janeiro).
Hoje encontrei um motorista muito engraçado. Ele respondia tudo com um "Sim, senhora!" Como descrever? Eu dizia: "Me leve por favor à Gávea." E ele: "Sim, senhora!" e eu: " Esse portão abre em tempos diferentes." E ele: "Sim, senhora." E então discorrendo sobre qualquer assunto, ele falava:" Sim, senhora. Sim senhora. Sim senhora." Se eu falava alguma coisa engraçada, ele ria e logo dizia: "Sim, senhora!"
Êita, gente engraçada!!
Obs: Eu estou engraçada porque estou na TPM, e fico engraçada para não me desequilibrar totalmente.
Lá no final de novembro tive um problema de saúde já resolvido e não posso dirigir por enquanto. Livrei-me do pedal na embreagem mas não do trânsito. Agora ando de táxi para cima, para baixo, para os lados. (Acho que em poucas cidades no mundo é tão difícil pegar um táxi em dezembro quanto o Rio de Janeiro).
Hoje encontrei um motorista muito engraçado. Ele respondia tudo com um "Sim, senhora!" Como descrever? Eu dizia: "Me leve por favor à Gávea." E ele: "Sim, senhora!" e eu: " Esse portão abre em tempos diferentes." E ele: "Sim, senhora." E então discorrendo sobre qualquer assunto, ele falava:" Sim, senhora. Sim senhora. Sim senhora." Se eu falava alguma coisa engraçada, ele ria e logo dizia: "Sim, senhora!"
Êita, gente engraçada!!
Obs: Eu estou engraçada porque estou na TPM, e fico engraçada para não me desequilibrar totalmente.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Contemplação
Juntem-se os 3 desejos combinando-os com a qualidade da contemplação, que pode ser o ver e não ser visto , mas ver e olhar o que se encontra.
Se posso olhar o que está à minha frente, já me tornei alguém com dignidade suficiente para levar uma vida no mínimo agradável.
Se posso olhar o que está à minha frente, já me tornei alguém com dignidade suficiente para levar uma vida no mínimo agradável.
Os desejos femininos
Seja qual for a fêmea em ação, aqui vão algumas das idéias gestadas:
Tenho 3 desejos principais e todos são comuns a ambos os gêneros e transgêneros: Orgasmos de qualidade, corrida e um bom sono!
Qualquer riqueza sem isso é pobre.
Tenho 3 desejos principais e todos são comuns a ambos os gêneros e transgêneros: Orgasmos de qualidade, corrida e um bom sono!
Qualquer riqueza sem isso é pobre.
quarta-feira, 18 de março de 2009
A reinvidicação do diagnóstico
"Doutora, muito prazer, eu sou bipolar."
"Pois não, muito prazer, sou unipolar."
"Mas como assim?"
"Nada. Só uma brincadeira."
Moral da história: "Melhor um diagnóstico fabricado na internet pois respaldado pela indústria do consumo, do que entender que é infeliz sem doença alguma. E que então, não tem remédio."
"Pois não, muito prazer, sou unipolar."
"Mas como assim?"
"Nada. Só uma brincadeira."
Moral da história: "Melhor um diagnóstico fabricado na internet pois respaldado pela indústria do consumo, do que entender que é infeliz sem doença alguma. E que então, não tem remédio."
A montanha
E agora...
O que fazer se a montanha é minha?
"Não poderá ignorá-la..."
É que eu ganhei uma montanha na semana passada.
Olhei para ela e sua vastidão e pensei: por que não?
Ela vai ser minha daqui para frente.
Tomei-a para mim.
Então hoje sou proprietária de uma montanha.
Ela fica logo atrás do meu quarto de sonhos.
Os sonhos são aqueles que eu invento durante à noite e acordo às vezes um tanto amedrontada, às vezes esquisita, às vezes em paz.
Lá no meu quarto eu fabrico acontecimentos e acesso algumas imagens que ficam guardadas aqui na cabeça. Ora pensante, ora burra.
Afinal, todomundo tem direito à estupidez.
No meu sonho coube a montanha e agora eu a sinto tão minha que quase me senti culpada por não a ter olhado com a assoberbação devida.
Minha montanha querida: tu és linda mesmo. Verde,verde. Cantante pela manhã por passarinhos e à noite pelos grilos, melindrosos!
Tu és minha e de todos, mas eu sinto (como todas as crianças sentem), que eu peguei primeiro.
O que fazer se a montanha é minha?
"Não poderá ignorá-la..."
É que eu ganhei uma montanha na semana passada.
Olhei para ela e sua vastidão e pensei: por que não?
Ela vai ser minha daqui para frente.
Tomei-a para mim.
Então hoje sou proprietária de uma montanha.
Ela fica logo atrás do meu quarto de sonhos.
Os sonhos são aqueles que eu invento durante à noite e acordo às vezes um tanto amedrontada, às vezes esquisita, às vezes em paz.
Lá no meu quarto eu fabrico acontecimentos e acesso algumas imagens que ficam guardadas aqui na cabeça. Ora pensante, ora burra.
Afinal, todomundo tem direito à estupidez.
No meu sonho coube a montanha e agora eu a sinto tão minha que quase me senti culpada por não a ter olhado com a assoberbação devida.
Minha montanha querida: tu és linda mesmo. Verde,verde. Cantante pela manhã por passarinhos e à noite pelos grilos, melindrosos!
Tu és minha e de todos, mas eu sinto (como todas as crianças sentem), que eu peguei primeiro.
quarta-feira, 11 de março de 2009
O cara mais incrível que conheci
Hoje eu li uma entrevista na revista "Quem" com o Caio Junqueira, e ele disse o seguinte a respeito do pai, morto em novembro do ano passado, o também ator Fabio Junqueira: "Meu pai foi o cara mais incrível que conheci."
Sempre fico emocionada quando leio esse tipo de coisa, afinal, é o meu material de trabalho e também é boa parte da minha lente no mundo. Pais, mães, filhos, complexos, vinganças, medos. É com isso que eu lido no meu dia-a-dia, na minha clínica diária.
Por exemplo: dia desses fui visitar em uma clínica psiquiátrica uma paciente de 53 anos, alcoólatra. Ela começou a me falar sobre sua vida, sobre sua história com o álcool, o casamento ruim que se desfez, o ex-marido que nela batia mas que a ajuda até hoje... Enfim, sobre ela mesma. Já no início ela diz: "Meu pai me abandonou quando eu tinha 12 anos e nunca mais apareceu. Mas eu o perdoei. Não o vi nunca mais. Mas soube de seu paradeiro, só não consegui vê-lo a tempo antes de morrer. Acho que o contato comigo e com a minha irmã precipitou a morte dele, pois foi um mês após vinte e cinco anos de ausência."
Será que era por isso que ela bebia demais? Possível. Além disso, os alcoólatras são deveras sensíveis. Como suplantar a ausência de um pai amoroso e que um dia vai embora sem dizer adeus e sem ter morrido? Como entender esse abandono? Como curar essa dor? Na minha humilde opinião, não tem cura. Jamais. Tem controle. A tristeza do desamparo e do abandono não sara nunca...
Um dia eu também conheci um cara inesquecível. Ele se chamava Fabio e era meu pai. Fez uma viagem sem volta e sem conseguir segurar uma curva derrapou até encontrar a morte 18 dias depois, em um CTI. Isso foi há 21 anos.
Meu pai tinha um olhar lindíssimo, sedutor. Adorava rock, como eu. Adorava uma cerveja, como meu irmão. Adorava tecnologia, como muita gente hoje; mas há 30 anos atrás ele já mexia em telejogo, circuitos, jogos de luz. Me amava loucamente e me chamava de princesa... Foi meu pai quem me ensinou a me amar, a me valorizar como mulher, a acreditar que valia a pena conhecer um homem que me amasse de verdade e me respeitasse. Eu devo a ele essa noção fundamental de amor-próprio. Eu devo a ele parte de minha auto-imagem. E acredito que foi por isso que pude viver boas experiências afetivas, além de fazer uma escolha acertada em um momento de maior maturidade.
Meu pai pode até não ter sido o cara mais incrível que conheci, mas foi o mais definitivo. O único que poderia ter dado a mim essa capacidade de acreditar que um amor só é possível quando nos colocamos em um lugar de merecimento e altivez. Meu pai me conferiu doçura. Uma menina sem um pai assim cresce sem mel... E pode até acreditar que merece qualquer coisa.
Ele se foi. Mas nesse momento ele está aqui me ajudando a contar essa história.
Sempre fico emocionada quando leio esse tipo de coisa, afinal, é o meu material de trabalho e também é boa parte da minha lente no mundo. Pais, mães, filhos, complexos, vinganças, medos. É com isso que eu lido no meu dia-a-dia, na minha clínica diária.
Por exemplo: dia desses fui visitar em uma clínica psiquiátrica uma paciente de 53 anos, alcoólatra. Ela começou a me falar sobre sua vida, sobre sua história com o álcool, o casamento ruim que se desfez, o ex-marido que nela batia mas que a ajuda até hoje... Enfim, sobre ela mesma. Já no início ela diz: "Meu pai me abandonou quando eu tinha 12 anos e nunca mais apareceu. Mas eu o perdoei. Não o vi nunca mais. Mas soube de seu paradeiro, só não consegui vê-lo a tempo antes de morrer. Acho que o contato comigo e com a minha irmã precipitou a morte dele, pois foi um mês após vinte e cinco anos de ausência."
Será que era por isso que ela bebia demais? Possível. Além disso, os alcoólatras são deveras sensíveis. Como suplantar a ausência de um pai amoroso e que um dia vai embora sem dizer adeus e sem ter morrido? Como entender esse abandono? Como curar essa dor? Na minha humilde opinião, não tem cura. Jamais. Tem controle. A tristeza do desamparo e do abandono não sara nunca...
Um dia eu também conheci um cara inesquecível. Ele se chamava Fabio e era meu pai. Fez uma viagem sem volta e sem conseguir segurar uma curva derrapou até encontrar a morte 18 dias depois, em um CTI. Isso foi há 21 anos.
Meu pai tinha um olhar lindíssimo, sedutor. Adorava rock, como eu. Adorava uma cerveja, como meu irmão. Adorava tecnologia, como muita gente hoje; mas há 30 anos atrás ele já mexia em telejogo, circuitos, jogos de luz. Me amava loucamente e me chamava de princesa... Foi meu pai quem me ensinou a me amar, a me valorizar como mulher, a acreditar que valia a pena conhecer um homem que me amasse de verdade e me respeitasse. Eu devo a ele essa noção fundamental de amor-próprio. Eu devo a ele parte de minha auto-imagem. E acredito que foi por isso que pude viver boas experiências afetivas, além de fazer uma escolha acertada em um momento de maior maturidade.
Meu pai pode até não ter sido o cara mais incrível que conheci, mas foi o mais definitivo. O único que poderia ter dado a mim essa capacidade de acreditar que um amor só é possível quando nos colocamos em um lugar de merecimento e altivez. Meu pai me conferiu doçura. Uma menina sem um pai assim cresce sem mel... E pode até acreditar que merece qualquer coisa.
Ele se foi. Mas nesse momento ele está aqui me ajudando a contar essa história.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Todos crianças
Os pais das crianças de hoje são o resultado de um sem-número de informações a respeito de como se fazer a coisa certa sobre uma infinidade de assuntos.
É preciso haver cuidado, e muito, com tudo isso.
Hoje se sabe que se não fizer aquilo, dá nisso; se fizer desse modo, sairá desse modo. No entanto ainda não adquirimos experiência suficiente para comprovar tanta teoria. E a ciência ainda não teve tanto tempo também para ser considerada a mãe de todos os saberes. Ainda, a psicanálise tem pouco mais de um século, desenvolvendo toda a sua teoria antes do advento da internet.
Em resumo, temos teoria demais e vivência de menos.
Referindo-me ao assunto com que abro o texto, os pais de hoje são vítimas de um tempo em que se acredita que se sabe de quase tudo. São vítimas ainda da consequência desse saber equivocado, em que se pensa que evitando os males e fazendo as coisas direitinho, o resto dá certo. Por ora penso que a ousadia deve ser mantida como prudência de todos os tempos e como perspicácia, porque tudo muda a todo momento.
As crianças podem e precisam suportar um não veemente. Elas terão que se ver com isso. Os pais precisam suportar saber que não fazem o certo o tempo todo e que terão também que se ver com isso, precisam entender que seus filhos serão beneficiados se seus pais forem normais o suficiente para serem maus de vez em quando. Não será uma das melhores experiências possíveis a criança experimentar um não de verdade que começa em casa?
Aos pais, têm faltado coragem. Coragem para serem reais, cheios de falhas como todomundo. Coragem para suportar a desaprovação dos filhos. Coragem para não cair na armadilha do " assim eu não vou gostar tanto de você e vou querer ficar com a minha avó". Como é bom o filho adorar a avó, esse refúgio de amor onde quase tudo pode. Não há mal nenhum nisso.
Tem faltado à geração atual de pais essa coragem de não se sentir compelido a compensar as falhas dos pais que teve nos próprios filhos, e que geraram raivas muitas vezes sequer pensadas, porém "atuadas" na forma de um amor que nada ou pouco nega.
Falta-lhes a experiência para a comprovação da teoria, e como a vida não tem ensaio...
É preciso haver cuidado, e muito, com tudo isso.
Hoje se sabe que se não fizer aquilo, dá nisso; se fizer desse modo, sairá desse modo. No entanto ainda não adquirimos experiência suficiente para comprovar tanta teoria. E a ciência ainda não teve tanto tempo também para ser considerada a mãe de todos os saberes. Ainda, a psicanálise tem pouco mais de um século, desenvolvendo toda a sua teoria antes do advento da internet.
Em resumo, temos teoria demais e vivência de menos.
Referindo-me ao assunto com que abro o texto, os pais de hoje são vítimas de um tempo em que se acredita que se sabe de quase tudo. São vítimas ainda da consequência desse saber equivocado, em que se pensa que evitando os males e fazendo as coisas direitinho, o resto dá certo. Por ora penso que a ousadia deve ser mantida como prudência de todos os tempos e como perspicácia, porque tudo muda a todo momento.
As crianças podem e precisam suportar um não veemente. Elas terão que se ver com isso. Os pais precisam suportar saber que não fazem o certo o tempo todo e que terão também que se ver com isso, precisam entender que seus filhos serão beneficiados se seus pais forem normais o suficiente para serem maus de vez em quando. Não será uma das melhores experiências possíveis a criança experimentar um não de verdade que começa em casa?
Aos pais, têm faltado coragem. Coragem para serem reais, cheios de falhas como todomundo. Coragem para suportar a desaprovação dos filhos. Coragem para não cair na armadilha do " assim eu não vou gostar tanto de você e vou querer ficar com a minha avó". Como é bom o filho adorar a avó, esse refúgio de amor onde quase tudo pode. Não há mal nenhum nisso.
Tem faltado à geração atual de pais essa coragem de não se sentir compelido a compensar as falhas dos pais que teve nos próprios filhos, e que geraram raivas muitas vezes sequer pensadas, porém "atuadas" na forma de um amor que nada ou pouco nega.
Falta-lhes a experiência para a comprovação da teoria, e como a vida não tem ensaio...
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Um blog esquecido
Quarta-feira de cinzas. Um dia para relembrar outras quartas-feiras, tantas outras apurações de escolas de samba. Mas percebo que as quartas-feiras de cinzas também produzem outras apurações. Tanto mais uma quarta como essa, tão bonita, tão ensolarada, tão verão assim.
Hoje mesmo inventariei algumas coisas. Limpei pratas e metais escuros e escurecidos tanto pelo tempo quanto pelas sombras. Ficaram claros, limpos. Tão limpos como a minha consciência nesse momento, que ouve Teatro dos vampiros.
Talvez eu descubra finalmente o quanto necessito da escrita e o quanto esse blog é apenas um começo.
Nesse carnaval fiquei por aqui. Não fui a nenhum bloco, não pulei carnaval. Gostei da estadia simples e fácil.
As idéias podem aparecer mais.
Serão bem vindas.
Hoje mesmo inventariei algumas coisas. Limpei pratas e metais escuros e escurecidos tanto pelo tempo quanto pelas sombras. Ficaram claros, limpos. Tão limpos como a minha consciência nesse momento, que ouve Teatro dos vampiros.
Talvez eu descubra finalmente o quanto necessito da escrita e o quanto esse blog é apenas um começo.
Nesse carnaval fiquei por aqui. Não fui a nenhum bloco, não pulei carnaval. Gostei da estadia simples e fácil.
As idéias podem aparecer mais.
Serão bem vindas.
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