"Doutora, muito prazer, eu sou bipolar."
"Pois não, muito prazer, sou unipolar."
"Mas como assim?"
"Nada. Só uma brincadeira."
Moral da história: "Melhor um diagnóstico fabricado na internet pois respaldado pela indústria do consumo, do que entender que é infeliz sem doença alguma. E que então, não tem remédio."