As olimpíadas chegaram!
Um milhão de problemas vieram com ela também.
Linda abertura. O melhor do Brasil. A excessão talvez tenha sido a escolha de uma cantora chamada Anitta junto a dois "monstros sagrados da MPB". Como mulher, me incomoda a escolha de uma cantora que vulgariza a música ao usar de trejeitos sensuais em sua apresentação, valorizando bastante sua forma física e capacidade de seduzir em detrimento do esperado talento musical. Sou antiquada? Não creio. Mas não me atraio, naquele momento e naquele lugar, por aquele tipo de performance.
Somos impedidos de trafegar na faixa olímpica. Nós cariocas somos o excesso por aqui. Melhor seria se aqui não estivéssemos, não é apenas uma impressão.
Mas adoro olimpíadas. E essa não será excessão.
Acabei de assistir Michael Phelps e equipe ganhar mais uma medalha de ouro no medley. Foi maravilhoso, apesar do quinto lugar dos brasileiros. Mas afinal, valeu.
Por outro lado, empatamos no futebol masculino com o Iraque. Zero a zero. Uma vergonha.
Até aqui sobrevivemos.
O futuro é incógnita. Mas nem tanto.