Hoje estamos no dia dez de janeiro. A pandemia não só não acabou, como piorou. E muito. Estamos em uma segunda onda inequívoca, atingimos quase mil e trezentos mortos por dia. Nos Estados Unidos, quase quatro mil mortos. Na Alemanha, em lockdown há mais de um mês, mesmo número de mortos que o Brasil.
Aqui, Bolsonaro ainda é o presidente. Nos EUA, Trump também, até o dia 20 apenas. E pra começar o ano bem animado, dia seis de janeiro, seguidores trumpistas invadiram o capitólio em Washington. Cenas de terror que culminaram com cinco mortos. Trump é um terrorista.
Por aqui, um ministro da saúde ridículo e um presidente repugnante e que consegue se superar dia após dia.
O mundo inteiro quase já iniciou a vacinação contra a Covid-19. O Brasil não. O governo federal tem medo da vacina mas não do vírus. É tudo um pesadelo sem fim. E em meio a tudo isso, batemos duzentas mil mortes. E ainda assim, várias festas e ligares lotados país afora. Cada um por si é a filosofia.
O ideal da idade moderna se faz vale com muita força: hoje quem não tem um núcleo familiar forte e agradável não se encontra bem.
A natureza tem dado o seu recado. E os humanos se esqueceram, oa parte deles, de ouvir.
O que mais virá por aí, mãe natureza?