Eu até que tentei ser forte durante muito tempo. Mas eu sou frágil como uma manteiga. Ou como uma flor, qualquer feminino desses.
mas é tão duro tentar ser forte por muito tempo... eu esqueci como é.
Eu fui quando precisava. Se eu precisar novamente, serei.
Quando não há lugar para o frágil, o forte toma conta, senão o frágil padece.
eu gosto de viver vida a dois, dar banho no meu filho e comida a ele.
gosto de preparar o jantar de vez em quando. é claro que eu gosto de estar só também.
Não, eu não nasci para ser esposa, dona-de-casa ou mãe. Mas é que eu aprendi a amar essas coisas. Adoro as coisas do espírito feminino.
Amo Freud, Camus, Winnicott, Saramago, Machado de Assis, Anita Malfatti e tudo sobre a história da segunda guerra e do século XX.
Mas andar mal vestida não dá.
E dizer que não preciso de homem para viver é mentira. Aliás, eu preciso do meu homem.