domingo, 12 de abril de 2015

Os periquitos do Aterro

Hoje é domingo.
E hoje saímos com as crianças a fim de que elas tivessem algum contato com o mundo externo. Após 4 dias seguidos em casa devido a febre das duas crianças; um quadro clínico inequívoco de virose ( e que não me revolta conhecer esse diagnóstico inútil/ como médica sei o poder de uma virose, o quadro geral e seu potencial agravamento; de fato que, quando tudo simplesmente passa, é sempre um alívio). Assim, obrigação de pai e mãe no domingo de sol é acatar a vida e ir ao Aterro ( a neurose e a virtude mandam dar banho de sol nas crianças e o contato com a natureza).
Uma vez lá, dia lindo, os periquitos. Ruídos mil de periquitos. Sons mil de periquitos. Sussuros não de periquitos. Eles gritam, berram, adoram viver. Adoram voar e dar seus berros. São verdinhos e gostam de voar em grupos ou em dupla. São fofos.
Eu sempre me emociono com eles. Eu sempre me emociono com as aves.
No último domingo fomos ao Parque das Aves de Foz de Iguaçu, pois passamos o fim de semana santo lá. É um lugar absolutamente inspirador. Vi tucanos e araras azuis aos montes voando em um viveiro gigante.
Obrigada, Parque das Aves.
Obrigada, domingo de sol.
Obrigada, periquitos do Aterro.