Nada mais é impossível além da morte ser revertida.
Patrocínio perdeu o desgosto e já não atina mais em desfazer desnecessário se desnecessário fosse sorver o gosto da desnecessidade que parece habitar o velho hábito humano do alimento frugal da hipocrisia, da balela da desnutrição mental que invadiu o não-pensamento da irrefletida atitude de sorver o gosto e as coisas da inutilidade.
A distração bebe da ignorância o que a imaginação não imagina mais.
Para esse genocídio psíquico muitas drogas de ocasião.
Diminutas as delicadezas, não-perenes os afetos, imberbes nossos humaninhos.
Calou a boca no passado pelo grito e agora desabita a consciência de muitos alguns minorias para uns menores ainda. Chega adentrando cheio de verbo e assim vai expulsando olhares que buscam certas verdades na palavra que pode até ser menos dita, porém não-adiada; mas não... Se não fala essa língua adverbiada por uma falsa colonização, não serve para o coração.
É o grito da palavra sangrante que vem de novo que expulsa de dentro da alma. Flameja desiludida mas jamais perdida.
É desse lugar de dentro que uma juventude que pode ter sessenta anos articula suas velhas e novas esperanças.
Da desesperança nasceu o homem que planejou a justiça, pois todo desejo de justiça é nascido de um sentimento de injustiça. E se a justiça nasce da distorção, da perversão, é preciso sempre estar muito atento a ela.
De um modo ou de outro o território do desejo permanece em toda consciência habitada.