sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Ai a preguiça

Minha vidinha tem sido uma constante preguiça.
Eu acordo com sono, tomo café pra ficar alerta, meu suco verde pra desintoxicar o ventre e um outro cafezinho se eu estiver de bom humor.
Leio o jornal se tudo estiver numa boa, mas sempre me arrependo. Nada a acrescentar no geral.
Além da preguiça, a culpa também me acompanha. Tenho aquele dilema moderno e pós-verdadeiro chamdo conflito materno primário da culpa por trabalhar e gostar.
Além da preguiça e da culpa, também apresento uns desgostos episödicos a respeito da minha própria espécie.
E como se nào bastasse, existe o medo de algumas coisas.
Pronto. Essa sou eu.
Quando a gente escreve difîcil ou tenta teorizar a existência, haá de haver algum espaço também para as neuroses de cada dia, menos nobres e muito mais prevalentes do que as pseudo-verdades que buscamos construir.