quarta-feira, 20 de maio de 2015

Extorquidos pelo governo

Estou com vontade de criar uma página no facebook com esse título. Para isso, terei que retomar alguma atividade no facebook, o que eu não gostaria. No entanto, parece que a única arma de que dispomos é a palavra. Acredito que em pouquíssimo tempo eu teria muitos seguidores. Se é que já não existe a mesma página.
As arbitrariedades tributárias que parecem acometer ao governo Dilma devem ser enormes. Eu posso imaginar o número de vítimas por ai.
Tente ter uma pessoa jurídica. Tenha uma pessoa jurídica. O que é isso para você? Quantos impostos a pagar sua empresa recebe regularmente sem que o dono, o contador, o advogado...ninguém! saiba do que se trata. A arma do governo é antiga, o poder, o papel, o timbre, a cobrança, a incrível facilidade que deve ser a de gerar boletos e boletos com as mais indevidas cobranças.
É claro que também estou falando de mim.
Agora mesma encontro-me às voltas com dívidas já pagas, comprovadamente pagas, mas que a justiça, embora haja provas de pagamento, mantém a cobrança. Diz assim: "Não reconheço". Eu fico com o ônus da prova. Preciso provar que paguei. Mas provei. E então? Então não reconheço, diz o governo. E agora, José?
Agora vivemos o quê? Estaríamos na idade média?
Parece que o fenômeno é o seguinte: O governo federal está quebrado. E o que faz? Manda seus cobradores efetuarem o máximo possível de cobranças possíveis aos pequenos e médios empresários. Afinal, os grandes são protegidos pelo nosso capitalismo de estado.
Qual o estado de coisas gerado? A sensação de ser roubado pelo governo produz o quê? Como é possível ter um negócio no Brasil se você não for amigo do rei?
Mas Maquiavel está vivo e se você não percebe a grande diferença entre o governo dos pobres e o governo dos ricos você se transformou em um burguês que esqueceu os anos tenebrosos de FHC.
Aff! Quando as pessoas perceberão que o governo petista não gosta nem de pobre nem de rico?
O governo do PT gosta de governar. Mandar.
E quem for obstáculo, que sobreviva.